quinta-feira, 24 de junho de 2010

"La mauvaise réputation" (reprise de Georges Brassens par Sinsémilia) / "A má reputação" (de Georges Brassens, cantato por Sinsémilia)




Au village, sans prétention,
J´ai mauvaise réputation.
Qu´je m´démène ou qu´je reste coi
Je pass´ pour un je-ne-sais-quoi

Je ne fait pourtant de tort à personne
En suivant mon chemin de petit bonhomme.
Mais les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Non les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Tout le monde médit de moi,
Sauf les muets, ça va de soi.

Le jour du Quatorze Juillet
Je reste dans mon lit douillet.
La musique qui marche au pas,
Cela ne me regarde pas.

Je ne fais pourtant de tort à personne,
En n´écoutant pas le clairon qui sonne.
Mais les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Non les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Tout le monde me montre du doigt
Sauf les manchots, ça va de soi.

Quand j´croise un voleur malchanceux,
Poursuivi par un cul-terreux;
J´lance la patte et pourquoi le taire,
Le cul-terreux s´retrouv´ par terre

Je ne fait pourtant de tort à personne,
En laissant courir les voleurs de pommes.
Mais les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Non les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Tout le monde se rue sur moi,
Sauf les culs-de-jatte, ça va de soi.

Pas besoin d´être Jérémie,
Pour d´viner l´sort qui m´est promis,
S´ils trouv´nt une corde à leur goût,
Ils me la passeront au cou,

Je ne fait pourtant de tort à personne,
En suivant les ch´mins qui n´mènent pas à Rome,
Mais les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Non les brav´s gens n´aiment pas que
L´on suive une autre route qu´eux,
Tout l´mond´ viendra me voir pendu,
Sauf les aveugles, bien entendu.

Na aldeia, sem pretenção,

Eu tinha uma má reputação.

Seja lá o que faça

Passo por um não-sei-o-que!

Mas não faço mal a ninguém

Seguindo meu caminho de bom homem.

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Todos me maldizem,

Exceto os mudos, é óbvio.

Dia quatorze de julho

Eu fico na minha caminha,

A música que marca o passo,

Em nada isso me atrai.

Mas não faço mal a ninguém,

Não escutando o clarão que soa.

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Todo o mundo me mostra o dedo

Exceto os manetas, é óbvio.

Quando cruzo com um ladrão desgraçado,

Perseguido por um proprietário;

Eu coloca a perna e calá-lo por quê,

O proprietário se encontra no chão

Mas não faço mal a ninguém,

Deixando correr os ladrões de maçã.

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Todo o mundo se joga para o meu lado,

Exceto os cochos, é óbvio.

 Não preciso ser Jeremias,

Para adivinhas o destino que me espera,

Se acham uma corda ao seu gosto,

Eles colocaram no meu pescoço,

Mas não faço mal a ninguém,

Seguindo os caminhos que não levam a Roma,

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Mas as boas pessoas não gostam que

Se siga um caminho distinto deles,

Todo mundo virá me ver pendurado,

Exceto os cegos, bem entendido.



0 comentários:

Postar um comentário