| Au village, sans prétention,
Je ne fait pourtant de tort à personne
Le jour du Quatorze Juillet
Je ne fais pourtant de tort à personne,
Quand j´croise un voleur malchanceux,
Je ne fait pourtant de tort à personne,
Pas besoin d´être Jérémie,
Je ne fait pourtant de tort à personne,
| Na aldeia, sem pretenção, Eu tinha uma má reputação. Seja lá o que faça Passo por um não-sei-o-que! Mas não faço mal a ninguém Seguindo meu caminho de bom homem. Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Todos me maldizem, Exceto os mudos, é óbvio. Dia quatorze de julho Eu fico na minha caminha, A música que marca o passo, Em nada isso me atrai. Mas não faço mal a ninguém, Não escutando o clarão que soa. Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Todo o mundo me mostra o dedo Exceto os manetas, é óbvio. Quando cruzo com um ladrão desgraçado, Perseguido por um proprietário; Eu coloca a perna e calá-lo por quê, O proprietário se encontra no chão Mas não faço mal a ninguém, Deixando correr os ladrões de maçã. Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Todo o mundo se joga para o meu lado, Exceto os cochos, é óbvio. Não preciso ser Jeremias, Para adivinhas o destino que me espera, Se acham uma corda ao seu gosto, Eles colocaram no meu pescoço, Mas não faço mal a ninguém, Seguindo os caminhos que não levam a Roma, Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Mas as boas pessoas não gostam que Se siga um caminho distinto deles, Todo mundo virá me ver pendurado, Exceto os cegos, bem entendido. |
quinta-feira, 24 de junho de 2010
"La mauvaise réputation" (reprise de Georges Brassens par Sinsémilia) / "A má reputação" (de Georges Brassens, cantato por Sinsémilia)
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